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Radiola Rosea
Atualmente, graças à moderna tecnologia, podemos alterar quase tudo o que nos rodeia. O ar condicionado, a iluminação artificial, o aquecimento central ou os conservantes alimentares, são apenas alguns dos muitos exemplos de mudanças que efetuamos para nossa comodidade.
Porém, tais alterações, por mais convenientes e apropriadas que possam parecer à primeira vista, podem, a longo prazo, surtir efeitos indesejáveis. Apenas a título de exemplo, posso enumerar algumas consequências evidentes dessas transformações: os buracos na camada do ozônio, o efeito de estufa, os metais pesados, etc.
É devido a estas constantes evoluções que cada vez mais necessitamos de reforçar o nosso organismo para melhor nos adaptarmos ao ambiente que nos rodeia. Assim, suplementos como a Rodiola (Rhodiola rosea), que está incluída no grupo das plantas adaptogênicas (ajudam a aumentar a resistência do organismo a vários tipos de situações adversas), podem ser de extrema utilidade nos dias que correm.
A Rodiola (também conhecida em inglês como "arctic root") é nativa da Rússia e da Ásia, onde é usada há mais de três mil anos, devido ao fato de, tradicionalmente, se acreditar que conferia longevidade. Em 1931, o Dr. L.
Utkin, um botânico e nutricionista russo efetuaram inúmeras pesquisas sobre esta planta, tendo chegado à conclusão que ajudava a aumentar a potência sexual.
Nas décadas seguintes, descobriu-se que a Rodiola auxiliava a aumentar as resistências naturais do organismo face ao stresse.
Assim, nesta planta destacam-se as suas propriedades adaptogénicas, que ajudam a aumentar a tolerância aos vários tipos de stresse a que estamos sujeitos diariamente (mental, físico, ambiental). A Rodiola mostrou contribuir para regular a resposta hormonal do organismo ao stresse, não só pela atuação ao nível das glândulas supra-renais, mas também ao nível do hipotálamo. Além disto, tem um efeito protetor dos neurotransmissores (serotonina e dopamina), aumentando a sua atividade, por inibição da sua destruição enzimática e prevenindo a sua diminuição, causada pela excessiva libertação de hormônios do stresse.
Por exemplo, no que respeita aos níveis de serotonina, vários estudos demonstram que, através da Rodiola estes podem ser aumentados em cerca de 30%. Esta planta aumenta ainda o transporte dos precursores da serotonina (triptofano e 5-hidroxitriptofano) no cérebro.
Devido a estas características, este suplemento fitoterápico revela-se útil no combate de qualquer tipo de stresse, fadiga crônicos e estados de depressão e ansiedade. Esta planta pode ter efeitos positivos na esquizofrenia e parkinsonismo. A ingestão de suplementos à base de Rodiola pode também melhorar a memória, a concentração e ajudar a combater as enxaquecas, pois ao melhorar a circulação cerebral, facilita o aporte de oxigênio ao cérebro. Desde há muito que a Rodiola é utilizada como tônico sexual masculino e, de acordo com investigações efetuadas neste campo, verificou-se que esta planta possui em alguns casos um efeito terapêutico benéfico em determinadas disfunções sexuais, como ejaculação precoce ou falta de ereção. Os vários estudos realizados sugerem ainda que a Rodiola atua beneficamente sobre o sistema imunológico, sendo por isso recomendada em estados de convalescença.
A sua ação aumenta ainda a oxigenação no sangue, ajudando a reduzir a viscosidade sanguínea e a agregação plaquetária, contribuindo para uma melhor circulação cardiovascular e também a nível cerebral. Devido a esta característica, a planta pode ser interessante na prevenção de tromboses, enfartes e acidentes vasculares cerebrais. Possui também qualidades antioxidantes, ajudando, por isso, a combater os efeitos nefastos dos radicais livres.
A Rodiola deve os seus efeitos benéficos aos seus princípios ativos: salidrozido, rosavina e os polifenóis. No que se refere à dose recomendada, são sugeridos cerca de 250 a 750 mg diários de extrato normalizado de raiz de Rodiola que contenha 1% de salidrozido e 40% de polifenóis, que poderá encontrar facilmente sob a forma de cápsulas.
Atualmente, a Rodiola é considerada não apenas uma das plantas mais versáteis, mas também umas das mais seguras, visto que não se conhecem efeitos secundários ou contra-indicações
A Rodiola se apresenta ainda como um suplemento ideal no campo preventivo para todos aqueles que desejem manter-se saudáveis.
Zeaxantina
Estudos recentes destacaram o papel da luteína e zeaxantina, carotenóides presentes em elevada concentração na mácula, que possuem ação antioxidante(1) e atuam filtrando a luz azul visível e prevenindo o fotoenvelhecimento na retina. Pesquisadores determinaram que a ingestão diária de luteína e zeaxantina pode reduzir o risco de desenvolvimento da DMRI(2).
Zeaxantina é um dos dois carotenóides presentes da retina. Dentro da mácula central, zeaxantina predomina, enquanto na retina periférica, a luteína predomina. Luteína e zeaxantina possuem a mesma fórmula química e são isômeros, porém não são esteroisômeros. A principal diferença entre elas é a localização. Luteína possui três centros quirais e a zeaxantina dois.
Existem evidências da relação entre baixas concentrações plasmáticas de luteína e zeaxantina com o risco de desenvolver degeneração macular relacionada à idade (DMRI). Alguns estudos defendem a luteína e ou zeaxantina como suplementos protetores contra DMRI.
Estudos mostram que a suplementação com alimentos ricos em carotenóides (especialmente a luteína e a zeaxantina) tem a capacidade de aumentar a concentração e a densidade do pigmento macular. Estes dois compostos da família dos carotenóides são encontrados em níveis aproximadamente 50% maiores em olhos normais do que em olhos portadores de degeneração macular relacionada à idade (DMRI)(5). A luteína e zeaxantina concentram-se nos axônios dos fotorreceptores e interneurônios da camada plexiforme interna da mácula. Os possíveis efeitos protetores são: absorção dos comprimentos de onda associados ao dano fotoquímico da retina sensorial e remoção dos radicais livres e formas reativas de oxigênio geradas pela atividade metabólica(6). Outras substâncias envolvidas na patogênese da DMRI seriam os ácidos graxos poli-insaturados de cadeia longa omega-3 (LCP-UFA) ingeridos na dieta lipídica ou encontrado nos peixes(7).
Os carotenóides constituem um grupo de pigmentos lipossolúveis naturais que o ser humano não é capaz de sintetizar, necessitando, portanto, incluí-los na dieta. A luteína têm ação antioxidante que protege as células contra os radicais livres. A luz azul visível demonstrou ser prejudicial aos fotorreceptores e ao EPR. A luteína e a zeaxantina demonstraram absorver a luz azul. Os pacientes com DMRI que começaram a tomar regularmente complexos à base de luteína após o diagnóstico inicial apresentaram retorno dos níveis do pigmento macular aos da faixa normal. O consumo dessas substâncias deve estar associado a uma dieta equilibrada e hábitos de vida saudáveis.
GESTANTES, NUTRIZES E CRIANÇAS DEVEM CONSUMIR ESTE PRODUTO SOMENTE SOB ORIENTAÇÃO DE NUTRICIONISTA OU MÉDICO.
Sugestão de dosagem:
5,0 mg de Luteína, 1,0 mg de Zeaxantina, Betacaroteno e Selênio. |  |  |  |  |
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